exatamente na mesma posição em que desenhei o rafa palindromando, aproveitei e me desenhei desenhando o rafa palindromando embora o rafa já não mais estivesse ali.
Idéias Afins?
2 horas atrás
porque, no final das contas, não passamos de uma porção de arenques numa barcaça.
a minha leitura da moda: virou moda a minha bicicleta dar trabalho ultimamente; quebra uma vez, parece que a bandida toma gosto de visitar o luciano (meu bicicleteiro). aliás, amanhã de manhã só que revejo a magrela.
tentei manter o desenho o mais parecido possível, mudando apenas alguns detalhes e no máximmo a técnica, mas de forma que ainda se perceba que o 'macrodesenho', ou o tema é o mesmo.
o meu predileto continua sendo o original, ainda que ter feito os outros dois tenha sido uma experiência muito interessante. esta história toda começou com o blog ninfetasemfúria, que estamos tocando simultaneamente.
eu fiquei devendo então aproveitei para fazer agora à tarde, num momento de desestressalização, meu cabeçalho para as postagens no ninfetasemfúria, blog novo que estamos fazendo eu, ítalo, maíra, marcinho e yuri. meu dia é às quartas, como disse o refém.
foto da avenida carlos vicari. a foto está espelhado porque o gênio aqui escaneou errado. aliás, eu tive bastante dificuldade ao escanear os negativos; usei um escaner lá da maína mas tive pouco tempo e não sabia exatamente como proceder, de forma que o resultado geral não é muito bom. ainda assim, algumas fotos estavam realmente boas e sobreviveram à minha tentativa de descaracterizá-las.
marcinho tomando cafê na zamboni's delicatessen.
sujeito bonachão no sesc pompéia.
mairinha de cima da 'ponte dos varais', na casa do meu pai.
mais uma do sesc pompéia.
mairinha em paúba com algum defeito do escaner.
'gente, olha esta bunda atrás de mim!' o pior é que achei a foto da maíra ótima, depois eu recorto.
o marcinho resolveu sair na foto mostrando sua própria foto.
sesc pompéia, dã.
mairinha e os pregadores.
paúba.
ha! esta é outra que está invertida.
paruba no dia das crianças.
esta também ficou espelhada. ah, bem que eu podia espelhar no photoshop né, só agora me toquei.
dupla dinâmica em final de tarde espetacular pós-ventania em paúba.
finalmente lembrei de escanear uns esboços para colocar junto do desenho, eu sempre esqueço, fico com o caderno cheio e as vezes acho eles mais bonitos e expressivos que o desenho final. tem uma coisa na mão solta e despretenciosa que não se iguala a nada.
pelo jeito que a coisa anda, daqui a pouco terei que comprar mais um pote de tinta vermelha.
sequência da série. (meu scanner está de fato meio velho, compara só este post com o anterior, escaneado no da minha mãe, como está mais definido e vivo). fora isso, depois de 32 dias de ausência, meu computador voltou da recauchutagem novinho em folha!
cerzir. V. t. d. 1. 'Coser peças de um tecido de forma que não se notem, ou mal se notem, as costuras'. (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 2a Edição). início de mais uma série, no melhor do estilo carniceiro.
estas são as melhores fotos do terceiro filme que tirei com a Leica IIIc, desta vez com um fotômetro para auxiliar na tarefa. o legal é que das melhores fotos, muitas são da maíra, o que considero muito bacana porque ela não gosta de sair em fotos e tal, mas saiu muitíssimo bem em várias aqui.
esta é a minha preferida do filme todo, rapaz, como ficou bonita esta foto!
o espelho em L lá do sítio dá uns efeitos divertidos.




e o yuri falando mais bobagens, para variar. gostei demais desta foto.
o marcinho sente-se absolutamente à vontade em frente às câmeras, percebem?
e aqui a relação total das fotos tiradas esta última vez.
ok, eu concordo que a coisa está beeeeem aleatória e o formato de tirinha muito quadradão não condiz muito com o 'normal' do 'meu fim de mundo', talvez nem devesse tê-la classificado assim. de qualquer forma, gostei demais do resutado principalmente do terceiro quadro em diante. as mãozinhas ora carne, ora osso, ora músculos me agradaram muito, só o copinho do começo que estava melhor antes de pintar as 'manchas' dentro dele.
minha mãe foi clara, pela segunda vez; 'se você não continuar este desenho para a festa da laura, eu juro que pinto esta parede de branco outra vez!' dito e feito, fui lá desenhar mais um pouquinho para manter o ambiente sob controle. a tática é esperar um pouco para continuar, para que cada vez que apareça novidade, esta cause alguma diferença. de fato, ela não teve que explicar a ninguém na festa por que o maldito desenho não andara para frente.
bom, depois de ficar fazendo desenhinho de cadeira, chegou a hora da maquete 1:5 em madeia balsa para mostrar os defeitos da coisa. eu achei que a proporção geral da coisa ficou razoavelmente boa, com excessão das 'orelhas' do encosto que acabaram maiores do que deveriam.
estas travessas para sustentar o encosto também não me convenceram ainda, mas se eu o mantiver seccionado desta forma, elas ainda serão necessárias. talvez eu o divida apenas em dois.
a pouca inclinação do assento é proposital porque, como usarei a cadeira eu mesmo, para desenhar e tudo mais, não fico encostado o tempo todo, e sim mais inclinado para frete. se a cadeira for muito inclinada para trás, que nem a da biblioteca da fau, fico com uma tremenda dor nas costas depois de um tempo.
tenho minhas dúvidas se esta linha do assento não ficou um pouco para frente demais, de forma que a pessoa que sente não acabe escorregando para frente toda vez que tentar ficar com a coluna reta.
e no final das contas o X embaixo do assento me agradou bastante, só deu foi um trabalho do cão para fazer encaixar.
pose 'cadeira ao sol sobre madeira em brasa', maquete de estudo 1, 04/10/2009.
primeiro upgrade na cadeira que vinha desenvolvendo, troquei o assento plano por este seccionado que será provavelmente de compensado normal. como a estrutura da cadeira será de 'ripão' 5 x 2 cm, a montagem deve sair bem barata. a diferença é que terei que acrescentar umas travessas para sustentar o assento que antes se estruturava sozinho, e isso ainda falta resolver melhor, como se vê nas costas do encosto. (um dos desenhos ficou muito claro, mas patience, não é hora de redesenhar nada, hehe).
tinha me esquecido de colocar o esboço também. com esta estória de estar sem computador fica difícil lembrar de levar os dois cadernos até o escritório da minha mãe ou do meu pai.
eu tinha ainda a idéia de fazer a mão se fechar de novo e guardar tudo no bolso, mas achei que a sequência e a diagramação perderiam muito com dois quadros a mais.
aposto como esta é a vantagem de ser produzido em escala industrial. (fora isso, sabe quando deveríamos ter deixado alguma coisa simplesmente passar ao largo mas não conseguimos? pois é... se importar as vezes é uma merda).
primeiro desenho que gosto de uma cadeira que temos como objetivo numa disciplina da FAU, tive que desenhá-la de ponta-cabeça para que desse para entender alguma coisa, pois todos os desenhos que fiz dela de pé não mostravam muita coisa. claro que é um estudo, eu provavelmente terei que acrescentar alguns travamentos e tal, mas acho que será meu caminho este semestre.
acontece que o terceiro filme que tirei com a leica foi revelado esta semana, mas que foi pegá-lo lá no centro foi a mairinha. ai, depois de eu muito insistir (entende-se MUITO), a maíra topou escanear uma foto e me mandar por email para matar a minha curiosidade, já que ela já viu todas as fotos e eu só vou vê-las na sexta a tarde. bem, aposto como ela ficará possessa por eu ter publicado esta foto dela fazendo careta e tal, mas é que está tão boa que eu não resisti! quem conhece sabe o porquê da careta. e o fundo desfocado ficou demais, pelo menos eu achei, embora o ofuscamento do sol refletido no chão da cozinha tenha atrapalhado um pouco. (ah, estou sem computador, o meu foi para a assistência trocar a tela, quase um mês depois da 'terrível-mancha-branca ter apareceido. como diz o marcinho, é incrível como nos adaptamos a alguma situação adversa rapidamente, eu mal já me importava em ter que usar só a metade esquerda do monitor... agora só mais uns 15 dias e ele estará de volta para mim, estou no mac-mamãe agora).
não posso dizer que tenha gostado muito desta tirinha. eu gostei de partes dela, apenas. o primeiro quadro, por exemplo, é de longe o melhor, mais desencanado, com certa personalidade, quase que se sustenta. já no segundo, porém, tentei colocar o neocolor no carro mas não deu muito certo, ainda que o moleque tenha ficado bacana nesta pose, não tive paciência de ir atrás de um bonde para desenhar direito, desencanei do fundo também. ai, desanimado com o resultado, o terceiro e o quarto quadros meio que abandonei. nunca tinha acontecido isso antes, estou meio chateado, até porque comecei a desenhar/planejar esta tirinha num estado de espírito e conclui num outro completamente adverso, passando por um terceiro que não é dos melhores mas que talvez tivesse dado mais resultado se se prestasse a desenhar. de qualquer forma, acho que toda esta estória é porque entrei numas de achar que tenho que desenhar um pouco diferente do de sempre. e isto nunca é fácil. bom, chega de me desculpar, eu já não me aguento mais por hoje.
este é o caderno que deixei no MAC no período que a exposição do sãopaulosamurai durou. a idéia era, já no título, dar toda a liberdade para o pessoal comentar a exposição. eu queria (quero) ouvir o que o pessoal tem a dizer, e achei que pelo caderno, sem ter que dizer diretamente a mim, digo, na cara, as pessoas se soltariam para falar um pouco mais. não foi bem assim, embora o resultado esteja longe de desagradar; são algumas das respostas mais enigmáticas que já vi.
esta é o primeiro 'recado' do caderno. o mais impressionante e talvez meu preferido. vou arriscar interpretações de cunho absolutamente despretensioso: talvez o cara aqui quisesse satirizar a relação do samurai consigo mesmo, sua intimidade e motivação. obviamente ele já faz isso há alguns anos, vem perdendo fãs e a forma e se vê agora num beco sem saída. o cachecol é sua primeira demonstração de aceitar a senilidade e a espada (de verdade) mostra que sua ação virá a se tornar mais violenta. (!) hahahaha.
este rapaz simpático de gostos refinados da vila-sésamo jogando uma pókebola para cima ao mesmo tempo que exclama 'loko!', já sugere algo completamente adverso do anterior.
o pequeno-samurai-ovo quer provar que suas proporções incomuns só o fazem mais mortal.
deixaram uma impressão que arriscaria definir como de apoiose o primeiro desenho é o que mais me impressionou, sem dúvida este é o que mais me fez pensar; que diabos o cara quis dizer?! eu vejo na mão ao mesmo tempo o gesto 'jóia' e um dedo indicador inclinado para trás, de onde, inexplicavelmente jorra um bocado de água ou tinta preta como que advindos de um pequeno botão. a possibilidade de ser um regador também não me é tão estranha assim, o que estaria dizendo que ainda há muito o que regar para o trabalho estar no ponto certo. de qualquer forma, as palavras afirmativas do tal do 'bezerradanilo'.
este pequeno samurai carregando uma pedra imensa (na verdade acho que é uma peça de lego imensa) com uma saudação também me entusiasmou, ainda mais pelo agradecimento que recebi por ter dado os pequenos 'fliers' que muito certeiramente ele chamou de 'quadrinho miniatura'.
aqui eu vejo uma incógnita, ou melhor uma dupla interpretação: não sei se o samurai de merda é o meu ou o dele. ele pode estar me dizendo que não gostou do meu trabalho (mas ainda assim se deu ao trabalho de fazê-lo) ou que, desenhando o seu pequeno samurai no caderno o tivesse feito com pressa, ou simplesmente não gostasse do resultado, de forma que prontamente acrescentou acima 'samurai de merda', para que quem visse soubesse que o autor também não gostara de sua obra.
por fim, perdido nas folhas do meio do caderno, encontrei esta ameaça à poluição, que parece mostrar, ironicamente, uma caveira humana como fruto da poluição ao mesmo tempo como o envólucro vazio do cérebro humano que permite tal calamidade! (hahahah). bem, achei divertidíssima a tarefa de escanear e 'interpretar' porcamente as mensagens no caderno da exposição, ainda que tenha me dado ao direito de preservar a privacidade daqueles que se dirigiram a mim por palavras apenas (recados), de forma que não colocarei aqui os textinhos.
croquisinho (corte perspectivado) para projetos normativos; pavilhão ampliável conforme a produção acadêmica.

e este é o convite definitivo para a festa de aniversário de 60 anos do pai da carol, que fiz há pouco mais de 2 semanas mas que teve que esperar passar a data para eu poder mostrar aqui. eu achei a história toda muito legal primeiro por ela ter tido esta idéia e pensado em mim para executá-la, depois por ter meio que falado 'se vira' (no bom sentido, querendo dizer que confiava no resultado), o que fez com que tivesse que quebrar a cabeça para fazer um convite que agradasse a quem eu não conhecia (ainda que a festa tenha sido organizada sem o conhecimento do aniversariante, pelas mãos da mulher e da filha), mas que foi muito divertido, deu até vontade de fazer isso para mais alguém depois.
bom, depois do convite, eu deveria fazer um selo, que, pelo que entendi, seria colado no bem casado ou para fechar o envelope do convite, não me lembro bem.
por fim, então, chegamos na versão final, mais 'moderada', assim dizendo. na verdade, o mais legal eu acho é ver os dois desenhos juntos, na sequência, como se estivesse abrindo e fechando a boca, fica uma animaçãozinha meio boboca que me faz dar risada.
e este é o retrato dispensado que já tinha mostrado aqui mas que faz parte do conjunto. foi uma experiência muito interessante.
este desenho foi baseado na lembrança de uma gravura que meu pai tem na casa dele, uma da mais bonitas que eu já vi, retratando o cenotáfio de newton, projeto de Étienne Louis Boullée em 1790. vale procurar estas gravuras. o desenho eu fiz misturando nanquim em infinitas aguadas e um pouco daquele neocolor roxo que me sobrou aqui em casa.
desenhos feitos a partir do livro 'Atlante-Manuale di Anatomia Umana', impresso em papel jornal, em Milano, 1946, herança do meu avô Renato Zamboni.
dá até um pouco de aflição ficar imaginando como cada coisa de fato é uma maquininha, e como conseguimos estragar uma coisa tão incrível como esta se batendo por ai. dá vontade de nunca mais usar, hehehe.
este é um desenho feito pelo stevz do ponto de ônibus da parada W3 de brasília, que o pessoal escolheu como cenário para as ilustrações do calendário deste ano. a idéia é que cada um dos 50 e poucos desenhistas faça uma cena que se passe neste ponto de ônibus para ilustrar cada semana do ano, de forma que ao longo do ano vá se formando uma história em quadrinhos no mesmo cenário, feita por diversas mãos.
agora falta só vetorizar (com a ajuda da maíra que ainda vai me ensinar a fazer isso), o que já está me dando arrepios porque so consigo imaginar quanto trabalho vai dar. depois coloco o desenho 'convertido'.
paúba 2010 terá um revival desta foto. aguardem.